Ano 7 – No 74 – Abril 2025
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Fala, professor! |
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Sua empresa está preparada para elaborar e implementar uma Política de Comunicação Institucional? Confira aqui! |
Nos últimos 5 anos, tem havido (que bom!) um incremento importante na construção de Políticas de Comunicação Institucional, em virtude sobretudo do reconhecimento da necessidade de padronizar posturas e ações com o objetivo de qualificar a comunicação das organizações.
É correto afirmar que a maioria das políticas de comunicação existentes no país foram construídas e implementadas a partir da segunda década deste século e que, em pouco tempo, o número de organizações que irão desenvolver esse processo deverá crescer de forma expressiva.
A demanda pela construção e implementação de uma Política de Comunicação faz sentido porque ela representa um passo indispensável para a consolidação de uma comunicação efetivamente integrada e estratégica.
Muitas empresas e mesmo gestores de comunicação, no entanto, julgam que sua construção é simples, demanda pouco tempo, prescinde da participação dos públicos internos, e que se resume à redação de um documento com diretrizes gerais.
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Você Sabia? |
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Os fungos, cada vez mais resistentes, ameaçam a vida das pessoas em todo o mundo. Atenção redobrada! |
Agora, não dá mais para ignorar a ameaça real de infecções fúngicas que andam se espalhando por todo mundo e, inclusive, alertado as autoridades no Brasil.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) já havia publicado, há pouco mais de uma semana (final de março, início de abril de 2025), relatórios em que sinalizam para a necessidade urgente de desenvolvimento de projetos de pesquisas para enfrentar o problema. Ela recomenda que as nações façam investimentos significativos em vigilância e, sobretudo, para viabilizar a produção de medicamentos que garantam a imunidade dos cidadãos do mundo às novas espécies de fungos, agressivos e resistentes.
Segundo a Dra. Yukiko Nakatani, Diretora-Geral Assistente da OMS para Resistência Antimicrobiana, em reportagem, que pode ser acessada pelo link ao final deste texto, ““não só o pipeline de novos medicamentos antifúngicos e diagnósticos é insuficiente, como há uma lacuna nos testes fúngicos em países de baixa e média renda, mesmo em hospitais distritais. Essa lacuna de diagnóstico significa que a causa do sofrimento das pessoas permanece desconhecida, dificultando que elas recebam os tratamentos certos.”
A reportagem destaca de forma contundente: “os fungos na categoria de "prioridade crítica" da lista de patógenos prioritários fúngicos (FPPL) da OMS são mortais, com taxas de mortalidade chegando a 88%. Avanços nos tratamentos significam que mais pessoas provavelmente viverão com condições imunocomprometidas, o que também pode significar aumentos nos casos de doenças fúngicas invasivas. Este é um desafio complexo de gerenciar devido à inacessibilidade de ferramentas de diagnóstico, disponibilidade limitada de medicamentos antifúngicos e um processo lento e complexo de P&D para novos tratamentos.”
O número de novos medicamentos para combater os fungos que se manifestaram recentemente é pequeno (apenas 4 aprovados por autoridades regulatórias nos Estados Unidos da América, União Europeia ou China) e o desafio é ter disponíveis alternativas inovadoras para combater a disseminação de novas infecções fúngicas.
A questão ganhou destaque, também no Brasil, especialmente depois que o Hospital Estadual do Servidor de São Paulo contabilizou pelo menos 15 casos de contaminação por fungos, inclusive um deles associado a um superfungo conhecido por Candida Auris, que demonstra alta resistência aos antifúngicos tradicionais. Em alguns casos, ele pode, aproveitando-se de uma ferida aberta, invadir o corpo e circular pela corrente sanguínea, provocando infecções importantes em vários órgãos. Se atingir, por exemplo, o coração e o cérebro, as consequências são dramáticas para os pacientes atingidos. Felizmente, apenas, para um paciente, a infecção se manifestou e, embora ele tenha falecido, o Hospital do Servidor declara que a morte não ocorreu devido ao fungo, mas por outras complicações.
O Hospital do Servidor, em comunicado, amplamente divulgado, esclarece que dispõe de um “medicamento antifúngico equinocandina, que é o tratamento de escolha para possíveis casos do fungo Candida auris”, que permanece aprimorando o trabalho no atendimento humanizado e está reforçando todas as medidas e barreiras para garantir a segurança dos pacientes.
Todos aprendemos muito (e sofremos mais ainda) com a epidemia de Covid-19 que apenas no Brasil provocou mais de 700 mil mortes e deixou sequelas em milhões de brasileiros. As ameaças estão por aí e será, cada vez mais, necessário permanecer alerta e investir pesadamente em políticas públicas e em pesquisa na área da saúde. |
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Propaganda de alimentos ultraprocessados, uma cilada perigosa, sobretudo para as mulheres |
A ANVISA, os especialistas em saúde pública e profissionais comprometidos com a defesa de alimentação saudável, têm chamado a atenção, com frequência e cada vez com mais intensidade, para o risco do consumo abusivo de alimentos ultraprocessados. Infelizmente, por omissão das autoridades e especialmente pelo lobby agressivo e nefasto dos fabricantes destes produtos, os ultraprocessados já representam parcela importante da dieta alimentar das famílias em todo mundo.
Pesquisa recente, que fez parte da dissertação de mestrado de Adélcia Almeida, no programa de pós-graduação do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública (FSP, da USP, acrescenta mais sinais de alerta sobre a comunicação irresponsável destes alimentos.
Segundo ela, em reportagem publicada pelo Jornal da USP, as poderosas indústrias de alimentos estão invadindo os lares brasileiros, direcionando propagandas televisas para as mulheres, uma estratégia que objetiva aumentar o consumo destes produtos que provocam doenças crônicas, como câncer e diabetes.
Ao analisar mais de uma centena de anúncios transmitidos pelas principais emissoras de TV aberta no Brasil (Globo, Record e SBT), foi possível perceber que existe uma relação entre a comunicação voltada para a saúde (publicidade em particular) e questões de gênero.
Segundo a reportagem, a pesquisadora concluiu que a estratégia adotada nesse caso é semelhante à que caracterizou a divulgação do cigarro junto ao público feminino décadas atrás. Na verdade, busca-se identificar demandas ou características desejáveis pelo público feminino e colocá-las na propaganda de modo a influenciar o consumo. “. Nos anúncios de cigarros, se destacava o empoderamento feminino. Agora, a questão está mais relacionada ao tempo – ou à falta dele.” As inúmeras atividades exercidas pela mulher, dentro e fora de casa, tomam o seu tempo e, ao focar nessa questão, as empresas aproveitam para recomendar o uso de alimentos prontos.
Os alimentos ultraprocessados devem merecer a atenção das autoridades, dos profissionais de saúde, das entidades que regulam a propaganda, e também das famílias brasileiras. Um número significativo de pessoas, no Brasil e no mundo, tem adoecido e reduzido seu tempo de vida pelo consumo abusivo destes alimentos que representam, efetivamente, uma ameaça à saúde.
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Conteúdos relevantes sobre mudança climática: uma oportuna e valiosa iniciativa da Enap |
A Enap – Escola Nacional de Administração Pública, fundação que promove cursos e certificações para servidores públicos, qualificando-os para a gestão de políticas públicas em várias áreas, acaba de disponibilizar mais uma iniciativa de interesse dos cidadãos brasileiros.
Ela colocou no ar, a partir de uma abordagem multidisciplinar, um número formidável de conteúdos que “exploram impactos, soluções e o papel das políticas públicas na transformação ecológica”, dentro da série Holofote EV.G.
Segundo a Enap, “a plataforma oferece conteúdos sobre sustentabilidade, mudanças climáticas e políticas públicas, com cursos gratuitos e acessíveis a qualquer pessoa interessada, que deseja integrar práticas mais sustentáveis nas áreas de atuação.”
Há outros “holofotes” também disponíveis pela Enap, abordando outros temas importantes, como a Transformação e o Cuidar.
Vale a pena navegar por lá e dar uma olhada atenta nos conteúdos disponíveis. O aprendizado permanente é uma exigência obrigatória para os profissionais do presente e do futuro.
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Comtexto Comunicação e Pesquisa em ação |
Grupo de pesquisa JORCOM (ECA/USP) prepara novo e-book sobre Jornalismo na Comunicação Organizacional
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O Grupo de Pesquisa JORCOM- O Jornalismo na Comunicação Organizacional, certificado pela Escola de Comunicações e Artes, da USP, e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, está organizando mais uma edição do e-book que integra a série Jornalismo e Comunicação Organizacional.
A edição de 2025 terá como título “O Jornalismo na Comunicação Organizacional: olhando para o futuro” e será lançada no início do segundo semestre. O e-book reúne artigos dos pesquisadores do grupo, de pesquisadores convidados, bem como depoimentos e cases que têm como foco as linhas de pesquisa do JORCOM.
Quem tiver interesse nessa área, poderá acessar os diversos e-books já lançados e efetuar o download gratuito pelo link: https://jorcom.jor.br/e-book/.
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Como construir e gerenciar uma Sala de Imprensa Virtual: novo curso in company e on-line
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A Comtexto Comunicação e Pesquisa estará disponibilizando, para empresas interessadas, a partir de maio, um curso in company e on-line, sobre Construção e Gestão de Sala de Imprensa Virtual, espaço estratégico para incrementar e qualificar o relacionamento das organizações com os veículos de comunicação e os jornalistas
A realidade brasileira tem evidenciado a presença exitosa destes espaços virtuais em algumas empresas, mas também a falta de proatividade, de planejamento e de gestão adequada de salas virtuais que se resumem apenas a um repositório de releases, fotos/ilustrações, lista de fontes, e informações gerais, quase sempre desatualizadas.
A proposta do curso é reforçar a importância, numa sociedade digital, da construção e gestão adequadas de Salas Virtuais que favoreçam a interação das organizações com o “mundo da notícia”, o que, certamente, lhes permitirá ampliar a visibilidade de suas ações, políticas, produtos e serviços, com impacto positivo em sua imagem e reputação.
Estamos à disposição pelo e-mail professor@comtexto.com.br para oferecer informações mais detalhadas, incluindo orçamento, conteúdo programático, carga horária, dentre outras.
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Política de Comunicação Institucional: este curso ensina como construir este instrumento para sua empresa ou organização
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A Comtexto disponibilizará, em 2025, um curso inédito, on-line, que aborda todo o processo de construção de uma Política de Comunicação Institucional para empresas, entidades, associações, universidades e institutos federais. Ela se vale da enorme experiência acumulada pela Comtexto em projetos deste tipo, desenvolvidos para mais de uma dezena e meia de organizações brasileiras, na área pública e privada.
O curso visa apresentar as várias etapas de construção de uma Política de Comunicação Institucional, bem como debater os desafios inerentes à sua implementação, com a apresentação de exemplos concretos. Ele incluirá a discussão dos principais temas que costumam figurar nos documentos, já em vigor, de uma Política de Comunicação, mas abordará, também, novos temas que deverão estar presentes no futuro, como as questões relativas ao uso da IA na comunicação, a importância da Linguagem Simples e da acessibilidade de maneira geral.
O curso tem uma carga horária de 12 horas/aula e atende ao interesse de organizações ou empresas que desejam construir a sua Política de Comunicação Institucional, seja internamente, ou com a participação de consultoria especializada, como a Comtexto Comunicação e Pesquisa.
Importante: o curso será oferecido para turmas formadas previamente, o que garantirá exclusividade de participação para servidores ou funcionários de uma mesma organização e a circulação restrita de informações trocadas durante sua realização. O curso ficará gravado na plataforma da empresa ou organização e seu conteúdo poderá ser consultado a qualquer momento, o que facilitará o acesso inclusive de pessoas da organização que não puderam, por qualquer motivo, acompanha-lo durante sua realização.
As empresas e organizações interessadas no curso deverão entrar em contato diretamente com o responsável, prof. Wilson da Costa Bueno, pelo e-mail professor@comtexto.com.br ou pelo WhatsApp (11) 95340-6948, para que possam obter informações sobre o conteúdo programático do curso, orçamento e sua dinâmica.
As empresas e organizações modernas têm muito a lucrar com a construção de uma Política Institucional porque, sem ela, o esforço de comunicação costuma ficar sem objetivos e metas bem definidos.
A primeira Política de Comunicação, que obedece ao modelo atual que contempla as principais diretrizes de comunicação de uma empresa, foi elaborada pela Embrapa, há 3 décadas, com a consultoria do prof. Wilson Bueno/Comtexto Comunicação e Pesquisa. De lá para cá, mais de 15 universidades, institutos federas e empresas contaram com o apoio da Comtexto para elaboração de sua Política de Comunicação.
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Clicando e aprendendo |
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E-book do Labcom, com download gratuito, debate os desafios do jornalismo contemporâneo. Confira! |
Já está disponível, para download gratuito, o e-book intitulado 5º Congresso dos Jornalistas, publicado pelo Labcom- Laboratório de Comunicação da Beira Interior, Portugal, que traz material importante sobre temas que caracterizam a atividade jornalística nos nossos dias.
Organizado por Pedro Coelho, Filipe Teles, Paulo Barriga e Ilana Oliveira, o e-book propõe o debate dos desafios que se colocam aos jornalistas portugueses, mas que se reproduzem em todo o mundo, inclusive no Brasil.
É fácil perceber, pela leitura da resolução final do 5º Congresso de Jornalistas, promovido pelo Labcom, que os obstáculos não são poucos e nem são fáceis de serem superados.
Destacam-se, dentre eles, a precariedade do trabalho jornalístico, a importância da sustentabilidade dos veículos, a avalanche de fake news, as ameaças à democracia, as mudanças a serem implementadas no ensino do Jornalismo visando atender às novas demandas, como a IA e a plataformização digital, e com atenção aos princípios éticos que devem orientar a profissão.
Se tiver interesse, além do download deste rico material, consulte também outras publicações do Labcom, como a sua Coleção de Comunicação em https://labcom.ubi.pt/publicacoes/colecao-de-comunicacao/
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Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna: os públicos internos como autênticos protagonistas |
A Mega Brasil promove, no dia 22 de maio próximo, em parceria com a ESPM, o 15º Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna e Relacionamento com Empregados, que tem como tema central “Hierarquias e Vivências / Empatias e Sinergias – O humano à frente do crachá”.
O evento, tradicional na área, tem uma programação plural e abrangente que contempla os desafios da comunicação interna, com apresentação de cases sob a responsabilidade de gestores e especialistas nesta área.
O evento será realizado na ESPM Tech, rua Joaquim Távora, 1240, Vila Mariana, São Paulo- SP.
Se tiver interesse, confira a programação abaixo, com os temas abordados e os palestrantes convidados.
Programação:
9h30 – 10h10
Palestra de abertura
Convidada: Lígia Oliveira, Professora Curadora do Hub de Employer Branding da ESPM e Cia de Talentos.
Tema: O futuro é multigeracional!
10h10 – 11h45
Painel 1 – Google, Iveco e Johnson&Johnson
Mediador: Elizeo Karkoski, Diretor Executivo da P3K.
Tema: IA na Comunicação Interna
Convidada: Erika Romany Flores, Gerente de Comunicação Interna Latam do Google
Tema: Iveco Group: Comunicação que vai além do óbvio
Convidada: Isabela Costa, Diretora de Comunicação Corporativa para a América Latina do Iveco Group.
Tema: 90 anos de Johnson & Johnson no Brasil
Convidada: Flavia Favaro, Diretora de Comunicação e Public Affairs da Johnson & Johnson.
11h45 – 13h15
Almoço (não incluso)
13h15 – 14h30
Painel 2 – Grupo Hiper Saúde, Trama Comunicação e Vale
Mediador: Vivian Vieira Machado, Consultora de Comunicação
Tema: Reposicionamento da Marca: RM Farma agora é Grupo Hiper Saúde
Convidada: Caroline Colunna, Head de Marketing e Comunicação do Grupo Hiper Saúde.
Tema: Fora da empresa, dentro da estratégia: o humano, por inteiro. 5 anos de Radar Employer Branding.
Convidada: Denise Pragana Videira, Gerente de Atendimento no Núcleo de Comunicação Interna do Grupo Trama Reputale;
Convidado: Kalil Blanco, Diretor de Transformação Digital do Grupo Trama Reputale.
Tema: Programa de Embaixadores Vale: Construir e expandir uma rede de comunicação transversal e coletiva
Convidada: Luciene Cristina da Silva, Gerente Geral de Comunicação com Empregados e Comunidades da Vale.
14h30 – 15h00
Coffee break
15h00 – 16h20
Painel 3 – AngloGold Ashanti, BIC e Jabuticaba
Mediador: Elisa Prado, Consultora em Gestão da Reputação Corporativa.
Tema: Nossa VOz: transformando narrativas de comunicação em uma empresa centenária
Convidada: Cristiane Gouvêa, Superintendente de Comunicação e ESG na AngloGold Ashanti.
Tema: BIC 360º - O Colaborador no Centro das Ações
Convidada: Glaucia Santos, Gerente de Recursos Humanos da BIC
Convidado: Décio Duarte, Head de Comunicação Regional LATAM da BIC
Tema: transformar A importância do vídeo na Comunicação Interna: Por que mostrar em vez de simplesmente contar uma história?
Convidada: Márcia Rocha, Diretora de Conteúdo da Jabuticaba Conteúdo.
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E-book, disponível para download, apresenta e debate, com densidade e lucidez, o impacto da IA |
A utilização, cada vez mais intensa, de ferramentas de IA, exige conhecimento e debate não apenas sobre a sua contribuição para o desenvolvimento de vários campos, mas também sobre o seu impacto sociopolítico, com atenção aos desvios éticos e ao aprofundamento da desigualdade social que podem caracterizar a implementação desta nova tecnologia disruptiva.
A obra “Estudos sociopolíticos da Inteligência Artificial”, organizada por Sylvia Iasulaitis e Sérgio Amadeu da Silveira, publicada pela Editora da UEPB- Universidade Estadual da Paraíba, recém-lançada, merece ser consultada.
Como indicado na sua apresentação, o intuito desta coletânea “é apresentar um conjunto de textos que refletem sobre a Inteligência Artificial a partir de uma perspectiva eminentemente sociológica, partindo-se da concepção que a IA consiste em um fenômeno social, sendo ela própria, um ator social não humano.”
A obra traz para debate as controvérsias científicas, “realiza uma análise panorâmica da Inteligência Artificial, a partir de uma abordagem historiográfica que identifica distintas ondas no período compreendido entre 1943 e 2023” e chama a atenção para um fato incontestável: a concentração das infraestruturas digitais, pelas big techs, localizadas nos países economicamente ricos “gera uma nova divisão internacional do trabalho que eleva as assimetrias entre países e populações, como expressões do colonialismo digital e de dados.”
Uma leitura que vale a pena, pela análise densa destas questões, realizada por estudiosos lúcidos e críticos que enxergam além do mero impacto (certamente dramático) causado pela implementação das ferramentas de IA.
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Expediente |
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Pensando a Comunicação fora da caixa é uma newsletter da Comtexto Comunicação e Pesquisa, empresa de consultoria nas áreas de Comunicação Organizacional/Empresarial e Jornalismo Especializado.
Editor: Wilson da Costa Bueno
E-mail para contato: wilson@comtexto.com.br
As informações podem ser reproduzidas livremente, mas solicita-se que, caso isso ocorra, a fonte seja citada. |
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