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No 77 – Julho 2025
Pensando a Comunicação fora da Caixa
 
Fala, professor!
  As políticas e ações sobre diversidade e inclusão ganham corpo nas empresas brasileiras e favorecem a imagem das marcas

Ao que parece, o compromisso em promover o incremento da diversidade e da inclusão nas empresas brasileiras está, finalmente, se tornando realidade. O processo tem sido mais lento do que a sociedade deseja e precisa, mas, pouco a pouco, é possível observar que as organizações têm se libertado daquela proposta cosmética que se limitava apenas ao discurso, e que tinha como objetivo principal “limpar a sua imagem”.

Reportagem publicada pelo Valor Econômico, no final de junho passado, assinada por Natália Flach e Bianca Guilherme, sob o título “Marcas que investem na diversidade ganham clientela real”, embora mantenha o tom crítico em relação à verdadeira situação da comunidade LGBT+ em nosso país, reconhece que existem ações e campanhas a esse respeito que merecem ser saudadas.

Segundo a reportagem, algumas marcas (como as empresas de cosméticos Natura, Boticário, Avon e L”Oreal), a Nestlé, a C&A, a Globo e a Heineken, só para citar algumas delas, têm, efetivamente, desenvolvido iniciativas que confirmam o seu compromisso com a diversidade e a inclusão.

 

Leia a Reportagem:
Você Sabia?
  Se baixarmos a guarda, o planeta não terá uma COP31 no futuro.

A COP30 já bate às nossas portas e as incertezas sobre a eficácia dos debates e decisões que serão tomadas em novembro deste ano, em Belém/PA, se avolumam.

Discursos negacionistas de algumas personalidades que representam países hegemônicos, como o presidente Trump, a timidez de algumas iniciativas que não se comprometem em colocar, verdadeiramente, o dedo na ferida “climática”, e a lentidão em tomar medidas relevantes para deter o aquecimento global não nos animam a acreditar que estamos caminhando no rumo certo.

Recentemente, em artigo publicado na imprensa, o professor sênior do Instituto de Estudos Avançados da USP, José Eli da Veiga, um dos mais lúcidos conhecedores desta temática, evidenciou a sua frustração em relação a tudo que está por vir, na COP30, inclusive perguntando (este é o título de seu artigo):” A COP30 será a última?”

O pesquisador tem razão. Ele acredita que teremos outras COPs, mas julga que, se for para continuar como está, não deveríamos fazer uma próxima. Ele condena, de forma veemente, o que tem ocorrido em mais de três décadas de Convenção do Clima (UNFCCC).

Segundo ele, “são tantas as evidências da nulidade da UNFCCC, que fica impossível decidir qual delas seria a mais simbólica. Melhor, então, escolher entre as mais recentes” e cita, por exemplo: a) manutenção e crescimento do financiamento dos combustíveis fósseis; b) o impacto dramático do uso crescente e vertiginoso da IA, pelo aumento expressivo da demanda energética dos “data centers”

Embora Eli da Veiga reconheça que há possibilidade de a IA contribuir para a efetivação da chamada “economia circular” que se opõe, verdadeiramente, “à herança milenar do padrão “extrair-produzir-descartar”, não confia que, pelo menos a curto prazo, ocorram as mudanças radicais necessárias para que isso aconteça. Ele é contundente: “Nada disso poderá começar a mudar na ausência de ambiciosas regulações e políticas públicas, que, por sua vez, ainda são, ao contrário, estimuladas por “regras do jogo” correspondentes à consolidação das conquistas obtidas pelo padrão de crescimento econômico dos últimos oitenta anos”.

Estamos com o professor José Eli da Veiga, quando afirma que “nada permite supor, infelizmente, que, na COP30, alguma delegação venha a propor a imprescindível substituição da UNFCCC por nova convenção, cujo propósito essencial deveria ser a promoção de instituições apropriadas ao aproveitamento das vantagens oferecidas pela IA a uma promissora dinâmica de descarbonização”.

Os líderes mundiais não têm conseguido tornar aplicáveis os princípios e metas que, a cada COP, se comprometem a cumprir. Não há razão para acreditar que algo mudará radicalmente daqui a poucos meses no Brasil. E continuamos com José Eli da Veiga, em resposta à sua pergunta inicial: “A COP 30 será a última?”. Talvez não, mas se é, para continuar assim, deveria!

Leia o artigo de José Eli da Veiga:
 
Projeto de lei do governador Tarcísio de Freitas ameaça o futuro dos pesquisadores paulistas

O governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, anda mesmo aderindo a iniciativas nefastas que escancaram a sua falta de compromisso com a educação, a pesquisa científica e a soberania nacional. Além de colocar o boné da campanha do Trump e de repetir a ameaça de chantagem (tarifaço absurdo) do candidato a “dono do planeta” ao Brasil, o governador não desiste de um projeto (Projeto de Lei Complementar (PLC) 9/2025) encaminhado à Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) para alterar (na verdade, destruir) a carreira do pesquisador paulista. O PLC já mereceu, por parte do governo Tarcísio, mais de uma versão, todas elas condenadas pelo prejuízo significativo a esta valiosa categoria profissional.

A Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) denuncia a manutenção, pelo projeto, da desestruturação da pesquisa pública, sobretudo com a extinção do Regime de Tempo Integral (RTI) e da Comissão Permanente do Regime de Tempo Integral (CPRTI), responsável por gerir e avaliar a atuação dos cientistas.

Para a APqC, que representa servidores de 16 Institutos Públicos de Pesquisa do Estado, nas áreas de Meio Ambiente, Agricultura e Saúde, a “sociedade perde com este PLC (...) Ao contrário do que diz o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o projeto de lei que está na Alesp não valoriza a carreira de pesquisador, nem favorece a produção científica. Muito pelo contrário, desestrutura uma carreira sólida, de 50 anos, que conta com critérios técnicos e meritocráticos para progredir de nível, além de assegurar a produção científica de credibilidade por meio do Regime de Tempo Integral e das avaliações feitas pela CPRTI".

Em nota, a APqC afirma que trechos do novo PLC representam “cheques em branco” para o executivo, "ao prever que temas sensíveis da carreira sejam regulamentados por decreto, sem definição clara no corpo da lei". Ela acrescenta também que o projeto exclui os aposentados e gera "grave insegurança jurídica e ameaça a isonomia entre os pesquisadores".

Está na hora de o governador tirar o boné, deixar de lado a reverência aos seus “patrões” de plantão e vestir a camisa da pesquisa, da educação e da soberania nacional.

 

Saiba Mais:
 
O conceito de notícia muda com a aplicação da IA. Isso é bom ou ruim para os jornalistas de raiz?

Não há como negar que a IA, com seu impacto, certamente significativo, em todas as áreas, sejam elas acadêmicas ou profissionais, e em virtude dos princípios éticos a serem considerados em sua aplicação, tem dominado as rodas de conversa, o noticiário nos meios de comunicação tradicionais e nas mídias sociais. Para os jornalistas, a IA promove, obrigatoriamente, mudanças radicais no processo de produção e circulação de informações, a começar pelo próprio conceito de notícia.

Esta é a posição de Glauco Arbix, professor titular da USP, coordenador do Observatório da Inovação do IEA-USP, ex-presidente da FINEP e do IPEA, em sua coluna Observatório da Inovação, veiculada pela Rádio USP, em 24 de junho passado.

Segundo ele, “a IA altera o jornalismo em todos os seus níveis, da redação à comercialização, da distribuição à diagramação, da tradução à pesquisa de fontes. Até o próprio significado da palavra notícia está sendo mudado pela inteligência artificial. Basta olhar as TVs on-line, que não são apresentadas por jornalistas, mas por clones fabricados que se apresentam como se fossem os repórteres. Lembre-se, a IA é imperfeita, mas ela consegue ler, escrever, ouvir, falar, produzir, sintetizar – muitas vezes, de um modo superior a muitos jornalistas.”

Esta nova condição, para o professor Arbex, pode alterar radicalmente a própria essência do trabalho jornalístico e explica: “Quando os humanos saem fora da produção da notícia, eles comprometem a interpretação, deixam de lado a crítica ou o debate e desaparece o contraditório, que são componentes-chave para você construir a notícia. Sem os humanos, riscos éticos se tornam elevados. A IA não possui empatia, senso crítico, capacidade investigativa. São qualidades essenciais do bom jornalismo. Há ainda um problema de fundo. As grandes corporações controlam a infraestrutura de inteligência artificial, dados, a sua distribuição […] Isso coloca um super desafio ético que ameaça a notícia como um bem público.”

O professor Arbex sugere a mobilização dos profissionais de imprensa para que esta situação seja revertida de modo a garantir a prevalência do espírito crítico, a veracidade das informações e, inclusive, a própria sobrevivência da categoria enquanto protagonista no universo de produção e debate das informações.

É razoável admitir que a IA possa contribuir para enriquecer algumas etapas de produção de notícia, mas isso não será obtido se ignorarmos algumas verdades inquestionáveis: as ferramentas de IA podem incorporar “alucinações informativas”, evidenciam dependência em relação ao processo algorítmico desencadeado pelas Big Tehs e se apoiam em bases de dados exemplarmente comprometidas com visões distorcidas e preconceituosas de raça, gênero, credo e outras categorias também sensíveis.

 

Saiba Mais:
 

Comtexto Comunicação e Pesquisa em ação

 

 

Comtexto oferece 10 cursos online para capacitação de comunicadores de empresas públicas e privadas

 

O segundo semestre para a Comtexto Comunicação e Pesquisa começou com a programação de inúmeras atividades, que compreendem projetos de consultoria/assessoria e a oferta de um número significativo de cursos on-line, que tem como objetivo atender às demandas de empresas e de instituições públicas (universidades, institutos federais, empresas.

A Comtexto Comunicação e Pesquisa dispõe de uma dezena de cursos nas áreas de Comunicação Organizacional e Jornalismo Especializado, nas seguintes temáticas:


1) O planejamento da Comunicação Institucional

2) Auditoria de presença e imagem das organizações na mídia

3) Comunicação com os públicos internos: conceitos e estratégias

4) Como implementar uma comunicação acessível e inclusiva

5) Assessoria de imprensa na era da desinformação

6) Estratégias de comunicação nas redes sociais

7) Como transformar a intranet em um canal de comunicação competente

8) Comunicação Organizacional e mudanças climáticas

9) Os desafios presentes e futuros da Comunicação Organizacional

10) Métodos e técnicas de avaliação da Comunicação Organizacional


O responsável pelos cursos é o jornalista Wilson da Costa Bueno, professor sênior da ECA/USP, com mestrado e doutorado pela USP, com mais de 120 dissertações e teses orientadas, líder dos grupos de pesquisa JORCOM – o Jornalismo na Comunicação Organizacional, e JORNESP – Grupo de Pesquisa em Jornalismo Especializado, certificados pela Universidade de São Paulo e cadastrados no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq.

Os interessados poderão utilizar o professor@comtexto.com.br ou pelo WhatsApp: (11)95340-6948 para para obter maiores informações.

 

E-book de grupo de pesquisa da USP sobre Jornalismo Organizacional está na fase de edição

 

A publicação de mais um e-book da série Jornalismo Organizacional, pelo grupo de pesquisa JORCOM, certificado pela ECA/USP, está em fase final de edição e deverá ser lançado até o final de agosto. O e-book, intitulado “O Jornalismo na Comunicação Organizacional: olhando para o futuro” reúne artigos, depoimentos e cases nas áreas de Comunicação/Jornalismo, com uma temática plural e que abrange temas relevantes, como Comunicação e IA, Jornalismo Científico e Jornalismo Ambiental, Jornalismo Comunitário e Popular, Comunicação Pública, Grupos de Pesquisa em Comunicação/Jornalismo, dentre outros. Divulgaremos por aqui, para conhecimento dos interessados, a data exata do lançamento do novo e-book do JORCOM.

 

Diretor da Comtexto ministra disciplina inédita sobre Jornalismo Especializado na USP

 

O diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa, Wilson da Costa Bueno, professor sênior da ECA/USP, estará ministrando este semestre, junto ao Departamento de Jornalismo e Editoração, a disciplina “A cobertura jornalística de temas especializados: teoria, prática e pesquisa” que abordará aspectos relevantes que respaldam o chamado Jornalismo Especializado, sobretudo em quatro de suas modalidades principais: o Jornalismo Científico, o Jornalismo em Saúde, o Jornalismo Ambiental e o Jornalismo Agropecuário. A disciplina, na modalidade optativa, já com as inscrições encerradas, terá início no dia 4 de agosto próximo e contará com a participação de estudantes da ECA e de outras unidades da USP.

 

 
Clicando e aprendendo
 
  A ciência acredita mesmo na existência de vida extraterrestre?

O tema é atual, relevante e, certamente, frequenta a mente de todos aqueles que refletem sobre a nossa origem, a nossa existência e o nosso futuro. Ele inspira a pergunta:: será que, na imensidão do universo, os humanos, habitantes do planeta Terra, estão realmente sós? A ciência, e não apenas os curiosos e os adeptos de algumas teorias que validam a existência dos alienígenas, está, desde longa data, investigando a possibilidade de termos companhias no cosmos, ainda que não comprovadas, de seres extraterrestres.

Embora o tema seja objeto de séries, filmes e programas de TV, como os que são veiculados pelo Canal Discovery, muitas vezes de forma absolutamente sensacionalista, é importante frisar que há pesquisadores de prestígio preocupados em responder, de maneira competente, a estas indagações.

Neste sentido, vale a pena mencionar a obra intitulada “A Terra é excepcional”, que acaba de ser editada pela Editora Record, que promete qualificar o estudo e responder às dúvidas que cercam esta temática. Ela tem como autores dois estudiosos de peso: o astrofísico da Nasa Mario Livio, membro da Associação Americana para o Progresso da Ciência, e o biólogo molecular Jack Szostak, ganhador do Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina e professor da Harvard Medical School.

Eles percorrem uma trajetória repleta de informações qualificadas (a ciência não se confunde com a especulação, muito pelo contrário) sobre a origem da vida e examinam, cuidadosamente, as chances de existência de vida no Cosmos.

Temos a convicção de que a leitura desta obra é de interesse dos que têm a mente aberta para estudar e investigar temas complexos e que, como nós, acreditam que há motivos suficientes – e a ciência tem caminhado neste sentido, para acreditar que existam efetivamente outros seres inteligentes no universo. Será razoável julgar que somos mesmos os únicos navegantes por este mundão sem fim? A dúvida é também um indicador de inteligência, não é verdade?

A obra, com 350 páginas, está disponível para compra na Editora Record e mesmo em plataformas importantes, como a Amazon e Mercado Livre, com um custo em torno de 85 reais.

 

Link para acesso à edição:
 
A IA nas empresas ainda não superou o nível do discurso

Quem acompanha o noticiário relativo à aplicação da IA nas empresas brasileiras não tem dúvida que essa ferramenta já está presente na maioria delas, tendo em vista as vantagens amplamente propagadas de sua aplicação. Mas (e sempre tem um “mas”), antes de qualquer conclusão apressada, é preciso verificar a realidade e ela não parece confirmar esta primeira impressão.

Pesquisa do Centro de Tecnologia da Informação Aplicada da FGV sobre o “Mercado Brasileiro de TI e Uso nas empresas”, que envolveu mais de 2600 médias e grandes empresas concluiu que a IA é pouco utilizada pela maioria (3/4 delas) e que isso se deve, principalmente, à falta de profissionais especializados nesta área. Na prática, segundo o coordenador da pesquisa, prof. Fernando Meirelles, em reportagem de Daniela Braun, publicada no Valor Econômico, de 27/06/2025, há “um uso pontual de chats de IA e assistentes como o Copilot, mas desenvolver agentes de IA, por exemplo, requer um conhecimento que não está disponível ainda na grande maioria das empresas.”

Isso significa que ainda levará um bom tempo para que a tecnologia seja efetivamente implementada como um processo estratégico de apoio aos negócios. Como também indica a pesquisa da FGV, os gastos e investimentos de médias e grandes empresas em tecnologia se situam em torno de 10% do faturamento líquido e, provavelmente, esse percentual teria que aumentar nos próximos anos para dar conta da implementação, de forma abrangente, desta nova tecnologia.

Um outro estudo, denominado State of AI Application Strategy 2025 (https://www.f5.com/resources/reports/state-of-ai-application-strategy-report), cujos principais resultados foram divulgados pela F5 (NASDAQ FFIV), reforça este cenário: “apenas 2% das organizações globais estão preparadas em alto nível para escalar a IA com segurança em todas as operações.” O estudo compilou insights de centenas de líderes globais de TV além de pesquisas com uma centena e meia de estrategistas de IA, que representam organizações importantes (no mínimo 200 milhões de dólares de receita anual).

Conforme revela nota da FS, há outras preocupações que merecem ser destacadas a respeito do uso de IA nas corporações: “embora 77% das empresas demonstrem uma preparação moderada para a IA, a maioria carece de uma governança robusta e de segurança entre nuvens, aumentando a exposição a riscos. Outras 21% das empresas se enquadram na categoria de preparação em baixo nível, limitando sua vantagem competitiva à medida que a IA transforma todos os setores da economia”.

Logo, vamos com calma porque o discurso supera em muito a realidade dos fatos e podemos tirar, de forma precipitada, conclusões que não são verdadeiras. Temos sido bombardeados com informações sobre esta tecnologia disruptiva, que frequenta ruidosamente, os meios de comunicação tradicionais e as mídias sociais, e, por isso, podemos concluir (o que, como vemos não é verdade) que ela já foi incorporada de forma significativa pelas empresas no Brasil e em todo o mundo.

 
Mais Informações:
 
Filosofia da USP oferece 92 cursos de inverno, online e gratuitos, sobre temas atuais e relevantes

A Comissão de Cultura e Extensão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, promoverá, a partir de 31 de julho próximo, 92 cursos de Inverno, com um total de 7.385 vagas, que visam proporcionar novas oportunidades de formação e aprendizado na área de humanidades. As inscrições começam a partir do dia 21 de julho, divididas em seis blocos, e devem ser realizadas através do Sistema Apolo.

Os cursos são divididos em 3 grandes áreas: Filosofia, Ciências Humanas e Linguística e Literatura e estão abertos para qualquer pessoa, com idade superior a 18 anos, não se limitando, portanto, aos estudantes da USP. As vagas são distribuídas por meio de sorteio e os matriculados que obtiverem 75% de frequência terão direito ao certificado de conclusão de curso.

Se tiver interesse, poderá consultar a relação dos cursos oferecidos no link ao final desta notícia, mas podemos destacar, por exemplo, alguns deles para que você possa aquilatar a atualidade, relevância e a diversidade de temas que serão abordados nos cursos de inverno da FFLCH. Uma dica: não perca tempo porque as vagas não são ilimitadas. São eles:


Introdução à Sociologia do Esporte;

Marxismo e mudanças climáticas;

Mulheres negras evangélicas: entendendo o maior segmento evangélico do Brasil;

Texto, Discurso e Inteligência Artificial;

Pequena introdução à Semiótica Discursiva: teoria e prática;

Estado, violência e punição: uma abordagem sociológica;

Programando a sociedade: trabalho, inteligência artificial e outras tecnologias;

Comunicação política nas redes: populismo, plataformas e afetos;

IA para todos - estado da arte, principais desafios e perspectivas futuras;

Violência no Brasil Contemporâneo: intersecções entre violência policial de gênero e racismo.

 

Maiores Informações:
 
 
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Editor: Wilson da Costa Bueno 
E-mail para contato: wilson@comtexto.com.br

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