| Ano 8 – No 83 – Março/Abril 2026
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| Fala, professor! |
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Política de Comunicação Institucional: por que as empresas privadas resistem a criá-la? |
Uma busca, ainda que ligeira, dos documentos que explicitam as diretrizes das Políticas de Comunicação, elaboradas e implementadas por empresas privadas brasileiras, traz resultados surpreendentes, ou seja, eles praticamente mão existem.
Embora as Políticas de Comunicação, nos últimos anos, estejam sendo desenvolvidas, cada vez com maior frequência, por empresas e instituições públicas, a área privada, por motivos não sabidos, não tem acompanhado esta tendência.
Como os desafios frequentes ao planejamento, execução e avaliação da comunicação institucional constituem uma realidade para todas as organizações, nos dias atuais, esta falta de interesse ou disposição das empresas privadas em criar Políticas de Comunicação Institucional chama a atenção.
Por quais razões isso acontece? Sem uma pesquisa ampla sobre os motivos, não temos certeza de coisa alguma, mas talvez possamos admitir que as empresas privadas não se deram conta ainda da importância de sistematizar diretrizes que orientem a sua proposta de comunicação. Será mesmo?
A nosso ver, elas preferem não se comprometer com um “estatuto da comunicação” (é isso que representa uma Política de Comunicação!) e deixam que os seus gestores e profissionais definam, individualmente, as diretrizes da comunicação. Com isso, é razoável imaginar que as decisões sobre a comunicação institucional dependem da posição individual de cada um dos seus funcionários o que, baseados na experiência, pode gerar conflitos, o tal “bate cabeça” nessas organizações.
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| Você Sabia? |
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Empresas disparam releases a torto e a direito. Isso incomoda muito. E gera prejuízos institucionais. |
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Ao que parece, ainda há muitas organizações/empresas e profissionais que acreditam que o sucesso na comunicação depende mais da quantidade do que da qualidade de informações que fazem circular. Por isso, continuamos recebendo, todos os dias, centenas de e-mails desnecessários, inconvenientes, que inundam a nossa caixa postal.
Eles se caracterizam por um discurso laudatório destinado a nos convencer sobre a compra de produtos e serviços ou para promover, de forma agressiva e descabida, pessoas e empresas que nada têm a ver com o nosso perfil e dos nossos canais (portais ou newsletters, por exemplo).
Nos meus e-mails, por exemplo, recebo, todo santo dia, vários e-mails oferecendo produtos (vinhos) da empresa Evino, e sou obrigado a imaginar que, do lado de lá, existe um assessor de imprensa do século passado que acredita que repetir as mesmas coisas o tempo todo vai gerar algum resultado no presente ou no futuro.
Se uma empresa não percebe que este disparo ostensivo de informações traz mais problemas do que soluções e que, nesses casos, aqueles que recebem esses e-mails sem sentido costumam, encaminhá-los automaticamente para a lixeira, ela merece ter um assessor de imprensa com esse perfil ultrapassado.
Felizmente, há assessores de imprensa competentes que adequam as mensagens sobre a empresa que representam ao perfil daqueles que as recebem e não ficam, indefinidamente, tentando convencer-nos pelo cansaço.
Tenho a convicção de que não somos apenas nós as vítimas destes “assessores de fachada” que julgam acertado encaminhar releases a torto e a direito. Como diz o ditado, eles deveriam “procurar a sua turma”, qualificar a sua comunicação, e não criar um clima negativo para os seus clientes. Na prática, se eles não estão convencidos de que esta postura equivocada afeta a sua imagem e a de seus clientes, nada entendem de comunicação. Merecem que suas informações sejam automaticamente endereçadas para a lixeira. É isso que todos nós fazemos. |
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| O Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq precisa de um upgrade para funcionar melhor. |
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Os grupos de pesquisa em comunicação, focados em temas ou assuntos específicos (ciência e tecnologia, meio ambiente, saúde, agropecuária, esporte, dentre tantos outros), têm prestado valiosa comunicação para o processo de produção e divulgação do conhecimento.
A existência de um espaço, o Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq (https://lattes.cnpq.br/web/dgp), favorece este esforço porque dá visibilidade ao conjunto formidável de pesquisadores brasileiros, permitindo que tomemos contato com a sua produção acadêmico-científica e profissional.
Mas, e sempre há um “mas”, é necessário que o Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq possa revisar o espaço que oferece para cada grupo de pesquisa que o integra, chamado “espelho do grupo” porque ele se mostra insuficiente e, além disso, seu sistema de busca não funciona adequadamente.
Por exemplo, o Diretório dos Grupos de Pesquisa informa que é possível filtrar os grupos de pesquisa sobre um determinado tema a partir da denominação do grupo, de suas linhas de pesquisa, das repercussões do grupo, dentre outras possibilidades.
Na prática, não é bem assim, ele não resgata os grupos de pesquisa como promete. Assim, por exemplo, ao fazermos a busca por uma expressão (jornalismo científico), e pedirmos que o Diretório traga todos os grupos de pesquisa que a contenham na sua denominação, nas linhas de pesquisa, nas repercussões do grupo, ele retorna com um grupo apenas, o que está longe de ser verdade. Como eu sei que ele não funciona? Eu lidero um grupo que se chama JORNESP – Grupo de Pesquisa em Jornalismo Especializado, certificado pela ECA/USP, e que tem linhas de pesquisa em Jornalismo Científico, Jornalismo Ambiental, Jornalismo em Saúde e Jornalismo Agropecuário. Ele não aparece quando busco por qualquer um desses temas que estão explícitos nas linhas de pesquisa. Há algo errado aí, você concorda?
Além disso, o espaço reservado para “repercussões do grupo”, que é exatamente a descrição dos objetivos e atividades do grupo, se limita a poucas linhas e é insuficiente para dar informações a esse respeito.
Na prática, ele deveria incorporar um novo campo de consulta que pudesse indicar a produção dos pesquisadores nas linhas de pesquisa do grupo, pelo menos nos últimos 12 meses, o que facilitaria a consulta pela produção recente.
Não é razoável exigir que o Diretório funcione como o portal ou o perfil de mídia social associado ao grupo porque, na verdade, o grupo é que deveria criar esse canal próprio. Mas ele tem que, pelo menos, cumprir o que promete e ele tem falhado.
Veja bem: nós saudamos a existência do Diretório dos Grupos de Pesquisa, mas julgamos que o CNPq deveria recolher sugestões dos pesquisadores brasileiros para que esse espaço pudesse se adequar às consultas que todos eles costumam quando pretendem estar familiarizados com a produção em uma determinada área. A contribuição do Diretório seria ainda maior do que é. Fica aí a proposta: quem sabe o CNPq não a implementa no futuro?
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| Que tal implantar uma Sala de Imprensa de verdade? |
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As empresas modernas, com algumas exceções, costumam criar, no seu portal, um espaço exclusivo voltado para o relacionamento com a mídia e com os jornalistas. Na prática, esse espaço favorece o contato com a imprensa e, quando planejado adequadamente, incrementa a presença das organizações no noticiário. Reconhecer que a imprensa pode ser uma parceira estratégica é fundamental, mas é preciso mais do que isso: incentivar o relacionamento e oferecer sugestões de pautas relevantes que acabam gerando notícias e reportagens que consolidam a imagem das empresas.
Muitas organizações, no entanto, não dão a devida atenção a esse espaço de interação e se limitam a incluí-lo na sua home, adicionando apenas um e-mail, um nome e um telefone para contato. Embora esses dados sejam essenciais, é indispensável que a Sala de Imprensa incorpore outras informações relevantes, como sugestões de pautas, fotos e ilustrações dos principais gestores, produtos e instalações, clipping de notícias já publicadas, links para outras áreas do portal (diretoria, área de atuação, atividades principais de destaque e, se possível, um Guia de Fontes (ele estimula o contato dos jornalistas, sempre interessados em tratar de temas atuais e para os quais há entrevistados à disposição!).
Se sua organização não dispõe de uma Sala de Imprensa, é importante que cogite de criar uma, com um perfil adequado, e, se ela já existe, vale a pena verificar se ela não se resume apenas a indicar dados de contato.
A Sala de Imprensa é um canal estratégico e merece a atenção das empresas e organizações modernas. Faça um benchmarking das Salas de Imprensa de empresas proativas e reconhecidamente competentes em comunicação. Esse é um ótimo começo para dar um upgrade na da sua organização.
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| Comtexto Comunicação e Pesquisa em ação |
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Grupos de pesquisa do CJE/USP estão com chamada aberta para submissão de trabalhos
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Os grupos de pesquisa JORCOM (O Jornalismo na Comunicação Organizacional) e JORNESP – Grupo de Pesquisa em Jornalismo Especializado, ambos certificados pela ECA/USP e liderados pelo diretor da Comtexto e professor sênior USP, Wilson Bueno, estão com chamada aberta de artigos para a publicação de seus e-books em 2006. O(a)s interessado(a)s deverão encaminhar os resumos e uma minibiografia dos autores até o dia 30 de abril e os artigos completos até 15 de junho. Serão selecionados, para cada e-book, até 10 artigos, incluindo os dos pesquisadores dos grupos e os que atuam nestas áreas.
Maiores informações (formato, temas principais) podem ser obtidas diretamente com o organizador dos e-books pelo e-mail professor@comtexto.com.br. O professor Wilson Bueno publicou posts com informações sobre as duas chamadas de artigos no seu perfil do Linkedin. Se tiver interesse, dê uma olhada por lá.
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Projeto ComUniversidade estabelece diagnóstico e soluções para a comunicação das universidades
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A Comtexto Comunicação e Pesquisa, em parceria com os grupos de pesquisa JORNESP e JORCOM, da ECA/USP, está desenvolvendo uma pesquisa voltada para a análise dos portais das universidades públicas federais e estaduais. A proposta é identificar o material divulgado por estas instituições universitárias, com atenção especial ao destaque dado à sua comunicação institucional. O trabalho será concluído no final do primeiro semestre, mas conclusões importantes já serão anunciadas no Colóquio de Pesquisa do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP no final do mês de maio.
O Projeto ComUniversidade faz parte dos produtos oferecidos pela Comtexto para este segmento, permitindo que as instituições possam receber um diagnóstico abrangente e preciso sobre os portais, com sugestões voltadas para a gestão adequada das informações neles veiculadas. A pesquisa identificou lacunas significativas, além de imprecisões flagrantes, nos portais das nossas universidades e parte do princípio de que centros produtores de conhecimento devem dar a atenção devida ao seu processo de comunicação institucional. Se sua universidade estiver interessada em realizar este diagnóstico, fique à vontade para consultar a Comtexto pelo e-mail comtexto@comtexto.com.br, mencionando no assunto Projeto ComUniversidade.
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Curso on-line da Comtexto capacita empresas para elaboração de sua Política de Comunicação
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A Comtexto Comunicação e Pesquisa está disponibilizando curso on-line que tem como objetivo capacitar gestores e profissionais de uma empresa ou organização para a elaboração da sua Política de Comunicação, instrumento estratégico de gestão.
O curso é voltado exclusivamente para os gestores e profissionais da organização e está respaldado na experiência da Comtexto no desenvolvimento deste processo, que já culminou com a elaboração de Política de Comunicação para cerca de 15 instituições e empresas.
Se sua empresa ou organização tiver interesse em contar com a parceria da Comtexto para a criação e implementação de sua Política de Comunicação, fale diretamente com o jornalista, professor sênior da ECA/USP, Wilson da Costa Bueno, que tem liderado esses processos, pelo e-mail professor@comtexto.com.br. Ele poderá dar informações sobre como funciona o curso, sua dinâmica, seu conteúdo e orçamento respectivo.
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| Clicando e aprendendo |
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Universidades paulistas disciplinam o uso de IA para privilegiar a transparência na produção acadêmica |
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A contribuição da IA para a produção acadêmica e científica tem sido incrementada nos últimos anos exatamente pelos benefícios que ela proporciona, quando utilizada de forma ética e competente.
Infelizmente, há desvios de toda ordem na utilização das modernas tecnologias e empresas, instituições, entidades e profissionais, efetivamente comprometidos com a integridade da comunicação, não podem tolerá-los.
Neste sentido, várias iniciativas têm sido implementadas visando disciplinar a utilização da IA na produção e divulgação do conhecimento e, com certeza, elas serão cada vez mais frequentes, assim como já são comuns as burlas ao direito autoral e a prática do plágio.
As universidades paulistas – USP, UNESP e UNICAMP, visando exigir transparência na utilização das ferramentas de IA na pesquisa e na produção de trabalhos acadêmicos.
Segundo notícia publicada pela Folha de S. Paulo, há regras a seguir:” Exemplos do que o aluno pode fazer: usar IA para traduzir textos, parafrasear parágrafos e elaborar resumos. E do que nunca pode fazer: submeter trabalhos gerados por IA, de forma integral ou parcial, como se fossem produções originais, usar IA em avaliações sem autorização do professor.”
Os alunos, ao entregarem os trabalhos realizados para as disciplinas ou os relatórios de TCC (trabalhos de conclusão do curso), nas universidades paulistas deverão agora formalmente assinar um documento em que explicitam se utilizaram alguma ferramenta de IA (qual delas?) e para quais atividades (resumos, tradução de textos em língua estrangeira, dentre outros).
Caso essa indicação não seja feita e a burla for descoberta, os alunos receberão penalidades que podem, inclusive, representar a não aceitação do trabalho entregue e, por consequência, a sua reprovação.
Demonizar a IA não é razoável, mas utilizá-la de forma não ética é crime. É realmente necessário colocar ordem na casa e instituições e empresas sérias devem implementar, como as universidades paulistas, iniciativas para que as tecnologias não comprometam a integridade da produção e da divulgação do conhecimento.
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| Livro e revista de Comunicação com download gratuito: é pegar ou largar! |
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Se você está atento (a) à movimentação do mercado editorial na área de comunicação, certamente já percebeu que, neste momento, há livros, e-books e revistas acadêmicas de qualidade, disponíveis para download gratuito e que, obrigatoriamente, deveriam fazer parte da nossa biblioteca. Citamos aqui duas novidades, mas chamamos a sua atenção para ofertas como essas, que são cada vez mais frequentes no mercado.
A obra “Comunicação Organizacional: Liderança, Crise e Comunicação Digital” fruto da parceria acadêmica entre o PPGCOM/PUCRS (Brasil) e o CICA – Universidad Anáhuac México, deve ser acessada e consultada por docentes, pesquisadores, estudantes e profissionais que atuam nesta área.
Como acentua o material de divulgação da publicação, “a obra coletiva reúne capítulos que exploram, sob diferentes perspectivas teóricas e empíricas, a importância da comunicação como eixo estratégico nas organizações, especialmente diante de crises e da rápida transformação digital.” Seus organizadores são: Organizadores: Rebeca-Illiana Arévalo-Martínez; Rosângela Florczak de Oliveira; Rogelio Del Prado Flores.
A obra pode ser baixada gratuitamente pela Editora da PUCRS no link: https://editora.pucrs.br/livro/1909/
Outra publicação acadêmica que indicamos aqui é a Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação (ALAIC), que traz um dossiê temático, atual e relevante, sobre “Comunicação da Ciência”, coordenado pelas professoras Lizy Navarro Zamora (UASLP) e Angela Grossi (Unesp).
A publicação conta com 15 artigos, além de uma entrevista e, segundo material de divulgação da revista ““a edição sobre comunicação da ciência é um ponto de encontro para investigadores(as) comprometidos com os objetos de estudo da comunicação na região, sem perder a perspectiva dos entramados geopolíticos mundiais, desde temáticas teóricas até práticas de incidência social. Este número é um espaço de contribuição que privilegia diferentes tipos de produção e desenvolvimento científico em um tema emergente e essencial para o desenvolvimento social e com um enfoque multidisciplinar”.
Vale muito a pena acessar a revista da ALAIC, disponível pelo link) e, se fizer isso, aproveite para dar uma olhada nas edições anteriores. Material valioso para os estudiosos e profissionais de comunicação.
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| Pesquisa escancara a desconfiança dos brasileiros com os veículos jornalísticos |
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No fundo, cada um de nós já estava sentindo que, na prática, os brasileiros evidenciam restrições importantes à cobertura realizada por veículos jornalísticos, mas agora o cenário ficou mais claro e mais contundente.
Informações e dados divulgados pelo Painel TIC, pesquisa com usuários de internet no Brasil elaborada pelo Comitê Gestor da Internet, pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), não deixam qualquer dúvida: quase metade dos usuários de internet em nosso país confessa que não acredita ou desconfia sempre das notícias e reportagens publicadas pelo chamado jornalismo profissional. Essa desconfiança é menor quando acessam conteúdos produzidos por amigos ou familiares nas redes sociais ou plataformas de mensagens.
Esses dados foram obtidos por entrevistas online com 5.250 usuários de internet com 16 anos ou mais de idade, no período de agosto a setembro de 2025 e são complementados por outros não menos preocupantes: os internautas entrevistados reconhecem, em sua esmagadora maioria, que não checam as informações que recebem por aplicativos de mensagens ou redes sociais, ou seja, acreditam e até compartilham informações sem verifica-las previamente.
Os dados do Painel foram divulgados, com exclusividade pela Folha de S. Paulo, em reportagem assinada por Patrícia Campos Mello, e merecem a atenção dos empresários da comunicação, dos jornalistas e dos estudiosos desta área porque reforçam o cenário favorável ao incremento da desinformação em nosso país.
A circulação de informações não verdadeiras, que, com certeza, contribuem para legitimar fake news, com impacto formidável na opinião pública, representa um risco à democracia. Campanhas contra a vacinação, que ameaçam a saúde da nossa população, em particular das nossas crianças, ou legitimam preconceitos de raça, credo ou gênero, ou desqualificam as nossas instituições, inundam as mídias digitais e precisam ser combatidas.
Os veículos jornalísticos, os governos, as escolas, as universidades e centros produtores de conhecimento em geral e também as entidades comprometidas com a divulgação de informações/notícias legítimas precisam, com urgência, estabelecer uma parceria para reverter este cenário. Eles ameaçam inclusive a sua própria sobrevivência porque, na prática, colocam em xeque a sua condição de fontes qualificadas.
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| Expediente |
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Pensando a Comunicação fora da caixa é uma newsletter da Comtexto Comunicação e Pesquisa, empresa de consultoria nas áreas de Comunicação Organizacional/Empresarial e Jornalismo Especializado.
Editor: Wilson da Costa Bueno
E-mail para contato: wilson@comtexto.com.br
As informações podem ser reproduzidas livremente, mas solicita-se que, caso isso ocorra, a fonte seja citada. |
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