| Ano 8 – No 87 – Setembro 2026
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| Fala, professor! |
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A comunicação institucional no Brasil valoriza o pensamento crítico? O que você acha? |
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Reportagem publicada pela newsletter Folha Carreiras, em 14 de setembro último, sob o título “Pensamento crítico ganha espaço nas empresas em meio à era da IA”, chama a atenção para o fato de a postura crítica, indiscutivelmente relevante, estar sendo, pouco a pouco, reconhecida como estratégica pelas empresas brasileiras.
Na prática, como acentua a reportagem, assinada por Luana Franzão, as empresas consideram “o pensamento crítico como "soft skill" (um jargão em inglês para definir habilidades relacionais no trabalho), o que significa, na prática, evitar “que o funcionário busque respostas fáceis ou aceite informações sem verificar fontes e vieses.”
A reportagem menciona um manual que trata especificamente deste assunto, elaborado por uma universidade australiana (Monash University), e que conceitua o pensamento crítico como “o tipo de reflexão na qual você questiona, analisa, interpreta, avalia e julga o que lê, ouve, diz ou escreve".
A reportagem também lista algumas recomendações, explicitadas pela especialista Carolina Costa (diretora de impacto e sustentabilidade da Stone e doutora em pensamento crítico e sistêmico pela Rutgers University)., a serem incorporadas por pessoas que desejam reforçar o seu pensamento crítico, dentre as quais se incluem 1) a leitura frequente de bons livros e até a recomendação de estudar Filosofia e 2) sair da bolha, ou seja, não se prender apenas aos ambientes e opiniões com os quais você concorda, porque, desta forma, estará disposto a contemplar novas perspectivas.
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| Você Sabia? |
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E-book JORCOM 2026, da ECA/USP, já está disponível para download na Biblioteca da ABCPública |
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O grupo de pesquisa JORCOM – O Jornalismo na Comunicação Organizacional, certificado pela ECA/USP e presente no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq acaba de lançar, em parceria com a ABCPública, um novo e-book de sua série O Jornalismo na Comunicação Organizacional. Intitulada “O Jornalismo na Comunicação Organizacional: desafios à frente”. A obra reúne mais de duas dezenas de pesquisadores, estudiosos e profissionais de comunicação e contribui para o debate, a análise e a reflexão de temas relevantes nas áreas de Comunicação e Jornalismo Organizacional.
Este novo e-book produzido pelo JORCOM pode ser baixado, gratuitamente, a partir da Biblioteca Digital da ABCPública., no link indicado abaixo.
O líder do grupo, jornalista e professor sênior da ECA/USP, Wilson da Costa Bueno, pode ser acessado pelo e-mail: professor@comtexto.com.br.
Boa leitura para todas e todos. |
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| Grupo de Pesquisa JORNESP da ECA/USP lança e-book de Jornalismo Especializado |
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O Grupo de Pesquisa em Jornalismo Especializado (JORNESP), certificado pela ECA/USP e que integra o Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, apresenta à comunidade acadêmica e profissional o primeiro volume da série Jornalismo Especializado com o título “Jornalismo Especializado: desafios presentes e futuros”. Ele reúne mais de uma dezena de artigos sob a responsabilidade de docentes, pesquisadores e profissionais que tratam desta temática abrangente, com destaque especial àqueles que se situam no campo do Jornalismo Ambiental e que têm como foco a questão das mudanças climáticas e da comunicação de riscos.
O e-book está disponível gratuitamente para os interessados que poderão acessá-lo na Biblioteca Digital da ABCPública, a partir do início de outubro, ou solicitar uma cópia pelo contato com o líder do grupo, prof. Wilson Bueno, pelo e-mail: professor@comtexto.com.br.
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| Exposição marca os 60 anos da ECA/USP |
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A Exposição ECA 60 anos, mais uma atividade para marcar a trajetória relevante e inspiradora da Escola de Comunicações e Artes, continua aberta até o próximo dia 2 de outubro para visita dos interessados, sejam (ou tenham sido) eles ou elas, docentes, estudantes e profissionais de comunicação desta tradicional unidade da USP.
A ECA oficialmente foi criada em 1966, mais precisamente no dia 15 de julho, como indica o decreto 46.419, portanto em pleno regime militar, o que, certamente pode explicar a ação truculenta da ditadura contra muitos de seus professores e estudantes. Desde a sua fundação, a ECA esteve identificada e comprometida com a liberdade de expressão e o apoio incondicional aos comunicadores e artistas que praticam e defendem o pleno exercício da democracia.
Na verdade, apenas em 1969, a ECA assumiu esta denominação porque, originalmente, ela se chamava Escola de Comunicações Culturais. Ela tem experimentado, ao longo de sua trajetória, inúmeras mudanças em sua estrutura.
A professora Elza Ajzenberg, em artigo publicado no Jornal da USP (09/09/2026), traz informações importantes (alguns pouco conhecidas mesmo de quem esteve ou está vinculado à ECA) sobre a história da ECA, onde destaca o seu “importante papel na vida cultural e artística da cidade, oferecendo cursos superiores inéditos, como Rádio e TV, Relações Públicas e Teatro, consolidando também outras áreas de conhecimento, como Jornalismo, Biblioteconomia e Documentação e Cinema. Menciona também a incorporação à ECA da EAD – Escola de Arte Dramática, que teve como objetivo profissionalizar o teatro brasileiro”. A ECA foi pioneira em várias frentes nas áreas de comunicações e artes e é reconhecida, nacional e internacionalmente, como instituição exemplar no ensino, na pesquisa e na formação de profissionais que atuam nesse campo.
Nossos cumprimentos a toda a comunidade da ECA/USP e a certeza de que os próximos 60 anos também serão repletos de grandes conquistas.
Visite a Exposição ECA 60 anos que está localizada no Centro de Inovação da USP, à Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 370, Cidade Universitária, em São Paulo. Informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3091-3567.
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| Comtexto Comunicação e Pesquisa em ação |
| Diretor da Comtexto recebe Prêmio Nacional de Comunicação Pública |
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O professor Wilson Bueno foi agraciado com o Prêmio Nacional Beth Brandão de Comunicação Pública 2026, concedido pela ABCPública (Associação Brasileira de Comunicação Pública) durante o Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, em Brasília.
A concessão do prêmio levou em conta a contribuição do professor para o ensino, a pesquisa e a prática da comunicação pública em nosso país, tendo a Comissão responsável pela sua escolha destacado, inclusive, o fato de ele ter atuado como consultor para a elaboração e implementação de Políticas de Comunicação Institucional para cerca de uma dezena e meia de instituições públicas, em particular Institutos Federais e Universidades federais e estaduais.
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| Jornal da USP publica artigo de Wilson Bueno sobre “Os desafios da comunicação pública no Brasil” |
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Aproveitando, como se diz na gíria jornalística, o “gancho” da concessão do prêmio nacional de Comunicação Pública para o jornalista Wilson da Costa Bueno, professor sênior da ECA/USP e diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa, o Jornal da USP publicou, durante o período de realização do Congresso de Comunicação Pública, de 16 a 18 de setembro, artigo por ele escrito intitulado “Os desafios da comunicação pública no Brasil”.
No artigo, o professor se referiu à ambiguidade com que gestores públicos, profissionais e mesmo estudiosos da comunicação contemplam o conceito de comunicação pública e questionou a adesão a práticas e ações comunicacionais que não se afinam com os objetivos de uma comunicação pública autêntica.
Segundo ele, não se pode reduzir a comunicação pública à comunicação política e à comunicação governamental, como infelizmente tem acontecido, porque “ela deve estar comprometida com o interesse público e não, com o atendimento aos interesses da classe política ou dos governos, no âmbito municipal, estadual ou federal.” Ele lembra que é preciso, ao se considerar como objetivo da comunicação pública o atendimento ao interesse coletivo, incorporar também iniciativas na esfera privada que cumprem esta missão.
Ele chama a atenção para a necessidade de a comunicação pública se apropriar de objetivos e ações que caracterizam as chamadas comunicação comunitária e comunicação popular e faz um alerta: “A comunicação pública, para se constituir em processo efetivo de comunicação, precisa privilegiar o feedback, interagir com os cidadãos, torná-los protagonistas do processo de comunicação e não apenas considera-los como público-alvo.”
Os interessados no debate do tema proposto pelo professor Bueno podem consultar o texto integral do artigo.
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| Sua empresa pode ter uma comunicação efetivamente estratégica. Dê a ela uma Política de Comunicação. |
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As empresas públicas e privadas têm gradativamente se convencido de que a complexidade de que se reveste a comunicação nos tempos modernos exige, em virtude da utilização abusiva de tecnologias disruptivas, como a IA, e a polarização excessiva, que favorece o incremento da desinformação e do negacionismo, a elaboração e a implementação de uma Política de Comunicação Institucional.
Essa iniciativa tem sido empreendida sobretudo na área pública, com a adesão significativa, especialmente, de institutos federais e universidades públicas, mas a consciência sobre a importância de dispor deste instrumento estratégico de gestão ganha espaço também na esfera privada.
A Política de Comunicação define conceitos, diretrizes, princípios e ações que têm como objetivo uniformizar e qualificar o planejamento e a execução de propostas de comunicação sintonizadas com os novos tempos. Sem esse suporte estratégico, as organizações ficam vulneráveis a crises provocadas pelos ruídos na comunicação e pela lentidão em implementar ações que contribuam para o incremento de sua imagem e da reputação junto aos públicos estratégicos (stakeholders) e a sociedade.
A Comtexto Comunicação e Pesquisa é pioneira no desenvolvimento deste instrumento estratégico e já atuou como consultora para a sua elaboração e implementação em mais de uma dezena e meia de organizações.
A empresa tem três ações relevantes associadas a este objetivo ou propósito: a) uma palestra que define a importância de uma Política de Comunicação e explicita a dinâmica para sua construção, voltada para gestores e profissionais; b) um curso de capacitação dirigido para gestores e profissionais de comunicação que pretendem elaborar e implementar, por conta própria, uma Política de Comunicação em sua organização e c) uma consultoria abrangente que coordena a elaboração e a implementação da Política de Comunicação.
Se sua empresa estiver interessada em dar esse passo, convencida de sua importância estratégica, estamos à sua disposição para maiores informações, incluindo dinâmica de construção, tempo de execução e orçamento. Contate diretamente o diretor da Comtexto, jornalista e professor sênior da ECA/USP, Wilson da Costa Bueno, responsável pela coordenação e execução destes projetos, pelo e-mail wilson@comtexto.com.br ou pelo WhatsApp: (11) 95340-6948, colocando como assunto Política de Comunicação.
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| Clicando e aprendendo |
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ABCPública completa 10 anos de grandes conquistas. Filie-se a ela e conheça a Carta de Brasília. Vale a pena! |
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A realização, no período de 16 a 18 de setembro último, da 4ª edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, constituiu-se em mais uma realização importante da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública), fundada há 10 anos.
A Associação não apenas reúne comunicadores que atuam na área pública, mas os representa efetivamente e se constitui, com certeza, em “um espaço de reflexão, análise e debates sobre os desafios desse campo”.
Como indicado em seu portal, a ABCPública tem como objetivos: “a) Promover a comunicação pública com foco no cidadão; b) Desenvolver, apoiar e fomentar padrões de excelência para a atuação dos comunicadores no Executivo, Judiciário, Legislativo, empresas públicas e no terceiro setor, em nível federal, estadual e municipal e c) Incentivar práticas de comunicação que favoreçam a transparência, a prestação de contas, o amplo acesso aos serviços públicos, o diálogo e a participação nas decisões.”
A ABCPública dispõe de uma Biblioteca Digital que abriga inúmeras coleções: artigos científicos, material apresentado em eventos científicos, livros integrais e capítulos, monografias, dissertações e teses e suas publicações e documentos. Incorpora também material de outros acervos e produzido em outros países em sintonia com a sua área de atuação.
A ABCPública acaba de lançar a Carta de Brasília, na qual reforça os seus compromissos e explicita as causas que ela defende, com o apoio e a participação de centenas de comunicadores de todo o país. Acesse o portal da Associação) e leia a Carta de Brasília.
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| Os jornalistas sindicais estão sob fogo cruzado. É preciso dar um basta nesse assédio insuportável! |
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Os (as) jornalistas que atuam nas entidades sindicais não têm vida fácil porque, numa sociedade polarizada como a que atravessamos, na qual se destacam empresas, grupos e pessoas que estão associadas a interesses de natureza, política, ideológica e comerciais não éticos, as ameaças às entidades que representam os trabalhadores são frequentes. Na prática, essas agressões físicas ou verbais começam e são algumas vezes intensas no próprio local de trabalho.
Levantamento divulgado pela FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas, intitulado “Perfil e Condições de Trabalho de Jornalistas em Entidades Sindicais”, que ouviu mais de 250 profissionais de imprensa, no primeiro semestre deste ano, revela que mais da metade (exatamente 53,6% deles) já sofreu assédio no ambiente de trabalho.
O levantamento, além do problema específico do assédio contra jornalistas, abrangeu outros aspectos também importantes, como a remuneração, o vínculo empregatício, o plano de carreira e a estrutura de trabalho.
No que diz respeito ao assédio, concluiu que o mais recorrente é o assédio moral, vindo a seguir o assédio político e o assédio sexual. O assédio político, explicam os responsáveis pelo levantamento, tem a ver com a posição política ou a filiação partidária dos jornalistas.
As mulheres são objeto destas várias formas de assédio em proporção maior do que os homens (57,2% contra 48,6%), das quais merece menção o assédio sexual, declarado por quase um quinto delas (17,7% do total).
Segundo Samira de Castro, presidenta da FENAJ, em reportagem publicada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), ““os dados expõem uma enorme contradição: como entidades sindicais, que existem justamente para defender direitos trabalhistas e cobrar de empregadores o cumprimento das leis, nem sempre praticam, internamente, os mesmos direitos que exigem para a categoria que representam?”.
Além do assédio, os (as) jornalistas sindicais (quase um quarto deles) são remunerados abaixo do piso definido para a sua região e um quinto do total está na condição de pessoa jurídica (PJ), o que afasta o(a)s profissionais dos benefícios inerentes aos que trabalham com carteira assinada.
Outros dados interessantes do levantamento da Fenaj: 1) “88,5% dos (as) jornalistas sindicais possuem graduação em Jornalismo, e a maioria dos (as) profissionais entrevistados (as) atua na profissão há mais de 20 anos.”; 2) quase um terço deles afirma trabalhar sozinho na comunicação da entidade, formando as chamadas “euquipes”, ou seja, enfrentam uma importante sobrecarga de trabalho.
Diante deste quadro nada favorável, a FENAJ pretende tomar inúmeras medidas para superar estas dificuldades. Conforme a reportagem, “Entre as ações previstas estão a criação de canais internos de denúncia de assédio, a fiscalização do cumprimento de acordos coletivos também nas entidades sindicais, o combate à pejotização, a estruturação das equipes de comunicação e a formação de uma rede nacional de apoio entre jornalistas sindicais.”
A mobilização em prol dos(as) jornalistas que trabalham em sindicatos, associações, federações, confederações e centrais sindicais é urgente e necessária. É preciso ter consciência e agir para que os(as) jornalistas sindicais, que representam a categoria e a defendem, trabalhem em condições favoráveis.
Deixá-los(as) à própria sorte representa uma omissão imperdoável.
Se tiver interesse por maiores informações sobre o levamento da FENAJ, acesse o link.
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| Dois temas relevantes em livro e curso gratuitos. Se fosse você, não perderia esta chance. |
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O mercado de publicações e de cursos continua a todo o valor, com a oferta de produtos/iniciativas que cobrem tópicos relevantes da área de Comunicação e Jornalismo Organizacional.
Nessa edição, estamos destacando dois desses produtos, ambos gratuitos: um livro que detalha experiências exitosas em comunicação pública nas mídias sociais, e um curso que tem como foco a comunicação inclusiva.
O livro, organizado pelo jornalista, professor, pesquisador, presidente da ABCPública, Jorge Duarte, intitula-se 'Comunicação pública nas redes sociais: experiências digitais a serviço da cidadania', e foi lançado durante o 4º ComPública, realizado em Brasília, de 16 a 18 de setembro último. Como explica o professor Jorge Duarte, a publicação “mostra como instituições podem usar as plataformas digitais para oferecer informação útil, orientar cidadãos, facilitar o acesso a direitos e também fortalecer vínculos com a sociedade.” Segundo ele, a obra está voltada a todos os interessados em comunicação pública, cidadania e transformação digital”, e inclui uma” proposta de código de ética da comunicação pública de governo elaborada por uma turma de Bernardo Kucinski na ECA/USP.”
A publicação está disponível gratuitamente pelo link: https://lnkd.in/da4KZxGj
O curso gratuito intitulado “Comunicação Inclusiva para Sociedade e Negócios” é promovido pelo Grupo Boticário e pela EBAC – Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia. Ele se destina a profissionais e estudantes com vínculo e interesse em um conjunto diversificado de áreas como Comunicação Corporativa, Marketing. Branding, Jornalismo, Publicidade, dentre muitas outras.
O conteúdo do curso está distribuído em 5 módulos, a saber:
Módulo 1 — Fundamentos da Comunicação Inclusiva
Módulo 2 — Comunicação Responsável e Vieses Inconscientes
Módulo 3 — Acessibilidade e linguagem inclusiva
Módulo 4 — Práticas e Estratégias
Módulo 5 — Tendências, ESG e impacto positivo para sociedade
Conforme explicita o material de divulgação do curso “A comunicação inclusiva oferece ferramentas e critérios para tomar decisões estratégicas mais conscientes e alinhadas ao novo comportamento do consumidor. Em um mercado onde a diversidade é um fato, a inclusão deve ser um ato intencional e genuíno.” O curso reúne um grupo seleto de profissionais especializados nesta temática, em suas múltiplas dimensões.
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| Expediente |
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Pensando a Comunicação fora da caixa é uma newsletter da Comtexto Comunicação e Pesquisa, empresa de consultoria nas áreas de Comunicação Organizacional/Empresarial e Jornalismo Especializado.
Editor: Wilson da Costa Bueno
E-mail para contato: wilson@comtexto.com.br
As informações podem ser reproduzidas livremente, mas solicita-se que, caso isso ocorra, a fonte seja citada. |
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